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Diário do gato de Schrödinger: LPO, powerlifting e umas paradinhas boribildi

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ATUALIZAÇÃO DA DIETA

Dia 15. Sigo firme, a atualização é mais de treino do que da dieta.

Eu senti um pouco de fadiga além do normal nos últimos dias, então resolvi reduzir mais um pouco do volume.

O volume antes da dieta estava em ~9,5 sets semanais pra cada grupo muscular. No início eu baixei pra ~5,5 e agora no dia 15 baixei pra ~3,5, que é mais ou menos o volume mínimo aceitável.

Sigo com os singles pesados (RPE8) de agacho e supino e uso eles como proxy de performance.

Mantenho as caminhadas diárias de 1h.

É isso.

  • 2 semanas depois...
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ATUALIZAÇÃO DA DIETA

Dia 26. O peso desceu de 99kg pra 92,4kg até aqui. A circunferência da cintura reduziu de 93cm pra 87,5cm. Abaixo resumo da dieta com valores médios semanais:

Semana

Ingestão calórica

Exercícios - treino, caminhada e passos

Saldo estimado

Proteínas

Fibras

Peso

1 (4 dias)

1448

455

1307

227

17

97,7

2

1443

471

1328

233

13

95,5

3

1465

466

1301

234

17

93,9

4

1581

447

1173

233

17

93,3

5

6

Sigo com ZERO fome. A alimentação continua com whey, frutas, peixe, frango e vegetais apenas.

Semana passada eu fiz uma refeição "livre" com um bife de chorizo e meia garrafa de vinho e depois 100g de pipoca. Até aqui foi a única refeição livre. Nos demais dias sigo sem ingerir álcool.

O volume de treino segue com o equivalente a três hard sets por semana, que é mais ou menos o volume mínimo pra manter massa magra e força.

Sigo andando pelo menos 1h por dia.

A performance do supino segue com ~5% de perda de força, mas hoje o agachamento teve uma queda pra 9% deperda de força, o que liga um alerta - mas eu acho que foi porque fiz o treino de puxar ontem, que incluiu uns power cleans, enquanto o normal é agachar depois de um dia de descanso. Se o próximo treino de agachar mantiver a queda de performance eu vou ter que avaliar o que fazer, talvez um refeed estruturado ou mesmo antecipar o full diet break, que está agendado pra daqui a 17 dias.

Interessante que minha frequência cardíaca em repouso baixou muito nesses 25 dias, saiu de ~83 BPM pra ~73 BPM. só com a perda de peso e as caminhadas. Eu pretendo fazer algumas medições de pressão pra ver como está agora, antes ficava em 12/8, quero ver se reduziu.

É isso.

Abraços

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ATUALIZAÇÃO DIETA - DIA 33

Os primeiros 25 dias foram relativamente tranquilos, sem fome, sem pensamentos impuros quanto à comida (rs), com boa disposição e boa performance nos treinos. Nesse período apenas fiz uma redução de volume, o que acomodou a leve queda de performance que havia ocorrido.

A partir daí, a fadiga aumentou substancialmente, a performance começou a cair pra perto do limiar de 90% que eu arbitrei como limite e os pensamentos alimentares impuros (o famoso food noise ou fome hedônica) aumentaram um pouco - embora a fome tenha permanecido muito controlada, quase zerada, o que é efeito das escolhas alimentares.

Eu cogitei encerrar a dieta por conta da fadiga e da queda de performance, mas resolvi continuar por conta do resultado dessa última semana, que teve uma redução de abdome de ~2cm, mesmo tendo sido uma semana um pouco menos aderente. Abaixo quadro evolutivo:

Semana

Ingestão calórica

Exercícios

Déficit estimado diário

Proteínas

Fibras

Peso

Circunf.
abdominal

0

Referência ->

98,9

96,3

1 (4 dias)

1448

455

1307

227

17

97,7

94,8

2

1443

471

1328

233

13

95,5

93,0

3

1465

466

1301

234

17

93,9

92,5

4

1581

447

1173

233

17

93,3

91,0

5

1720

430

1010

216

21

91,7

89,3

6

7

Até aqui foram ~7kg de peso (dos quais estimo serem 5kg de gordura) e ~7cm circunferência abdominal em 32 dias de dieta. Por conta disso, resolvi tentar sustentar o protocolo até os 42 dias originalmente planejados.

Pra tentar atenuar a fadiga e a perda de performance, vou reduzir as exposições ao agachamento e ao supino e compensar o volume com isoladores. Isso deve ao menos reduzir a fadiga e espero que sustente a performance acima dos 90%.

É isso.

Abraços

Postado
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ATUALIZAÇÃO DIETA - DIA 40

Nessa última semana perdi mais 1,4kg no peso médio e 1cm na circunferência abdominal:

Semana

Ingestão calórica

Exercícios

Déficit estimado

Proteínas

Fibras

Peso

Abdome

0

Referência ->

98,9

96,3

1 (4 dias)

1448

455

1307

227

17

97,7

94,8

2

1443

471

1328

233

13

95,5

93,0

3

1465

466

1301

234

17

93,9

92,5

4

1581

447

1173

233

17

93,3

91,0

5

1720

430

1010

216

21

91,7

89,3

6

1460

503

1343

223

17

90,3

88,3

7 (3 dias)

O peso mais baixo que atingi foi 89,1kg, anteontem. Eu estimo uma perda de 7kg de gordura e 2-3kg de água, glicogênio e conteúdo intestinal (o que devo recuperar depois de voltar à manutenção calórica).

Ia postar foto aqui, mas fiquei com preguiça... quem estiver curioso, olha lá nos stories do insta. Pareço outra pessoa, tava bem gordo, agora to parrudo com os músculos murchos rsrs

Próximos Passos

Agora tenho mais 3 dias de dieta até completar 42 semanas. Na quinta eu vou fazer um treino fullbody de depleção de glicogênio, com 33 sets. A ideia é levar meus níveis de glicogênio aos limites inferiores e na sequência fazer um carbload pra supercompensar as reservas e auxiliar na recuperação da performance nas duas semanas seguintes, que serão de full diet break. Depois dessas duas semanas eu pretendo retomar a dieta por mais 3 semanas, pra queimar mais ~3kg de gordura e fechar o cutting com -10kg de gordura em ~75 dias.

É isso.

Abraços

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ATUALIZAÇÃO DIETA

Ontem foi o último dia de dieta. Bem resumidamente (depois acho q vou fazer um tópico com o relato mais detalhado), perdi 10,4kg e 8,3cm de circunferência abdominal em 42 dias.

Hoje foi o primeiro dia de full diet break e eu resolvi usar uns conceitos da Ultimate Diet 2.0.

Primeiro fiz um treino pra terminar de depletar o glicogênio, um fullbody com 33 fucking sets totais. Eu já tava bem fadigado pelo contexto, bem depletado e esse treino foi o último prego no caixão. Fiquei morto com farofa.

Antes do treino um pouco de whey com fruta, só pra estimular a ressíntese de glicogênio. Depois do treino comecei o carbload pra supercompensar as reservas.

A ideia é ingerir ~700g de carbos hj. Já foram 800g de pão. Tem 1kg de batata pra assar aqui. Tá difícil digerir tudo.

O detalhe do carbload é que tem que ter pouca gordura e pouca frutose (logo, pouco açúcar). Então não é tão divertido quanto o nome sugere.

A ideia é encher rápido as reservas de glicogênio (supercompensar, na verdade), pra tentar recuperar a performance o mais rápido possível.

É isso. Em breve mais detalhes.

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Na semana passada, pós dieta, eu resolvi voltar pra um treino fullbody de alta frequência e consegui treinar 5x na semana, oq foi até surpreendente. O volume efetivo ficou assim:

qvStZLg.png

Vou colocar algo pra aumentar um pouco o volume de deltoide, to pensando num snatch push press. Mas do jeito que tá ficou com 8 séries em média, oq tá legal pra esse retorno, talvez até mto pra primeira semana. Vou tentar chegar em 10 sets.

É isso.

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Não tenho postado os treinos ultimamente, mas tenho feito fullbodys como esse de hj:

A. Agachamento 4x1x104-128kg + 3x117kg

B. Supino reto 4x1x90-110kg + 3x100kg

C. High hang muscle snatch 6x45kg

D. Extensão de quadril no banco romano 10x20kg - Barra nas costas (lá ele)

E. Sissy squat 1x10xBW

F. Mesa flexora 9x42kg

G. Puxada supinada unilateral 10/8x40kg

H. Panturrilha unilateral leg 8x65kg

I. Voador 7x86kg

J. Voador invertido 9x52kg - Pegada neutra

L. Tríceps polia 6x40kg

M. Elevação lateral polia 14x7,5kg - Altura da cintura

N. Rosca inclinada 9x14kg

Quase acabaram as letras. Eu vario alguns exercícios, mas no geral é isso.

Ainda to bem fraco em relação à antes da dieta, mas a força tem evoluído, devagar, mas tá melhorando.

É isso.

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Fechei a terceira semana de treino pós cutting. Resumo:

  • 4 fullbodys;

  • Volume semanal: 8 sets efetivos por grupo muscular;

  • 1RM agacho: 154kg (-8kg);

  • 1RM supino: 127kg (-5kg);

  • Peso médio: 91,8kg (-7,1kg em relação ao pré cutting).

Eu ainda quero tentar aumentar pra 5x/semana e ficar com um volume de 10 sets efetivos, mas por enquanto a recuperação não tá dando conta.

To tentando voltar a correr tb.

Mais uma ou duas semanas e vou testar um protocolo com 1 dia de cutting agressivo por semana e 6 dias de bulking suave.

É isso.

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PROTOCOLO 6/1

A partir da semana que vem vou testar um protocolo que montei para tentar otimizar a recomposição corporal. Eu já cheguei a testar isso e o grande desafio foi encaixar os treinos em relação ao dia de déficit.

A ideia é a seguinte: em vez de tentar um recomp tradicional, que é um troço que eu só vejo em estudos ou em quem usa esteroides, vou concentrar todo o déficit da semana em um único dia e fazer leve superávit nos outros.

Bulking é um processo lento, não adianta jogar mtas calorias em um dia, tem um limite pra construção de massa muscular (200-300kcal é o número que costuma otimizar o processo, com mais massa muscular e menos gordura). Já cutting não tem esse limite, havendo grande ingestão de proteínas e estímulo de treino, se queima gordura de acordo com o déficit (e funcionou bem no meu experimento da RFL).

Vai funcionar assim, na prática:

  • Segunda: déficit de 1000–1500 kcal + alguns singles de agacho, supino e snatch/C&J (sem back offs, pra não comprometer a recuperação);

  • Terça: descanso;

  • Quarta a sábado: 3-4 fullbodys com foco em hipertrofia, apenas 2 sets efetivos por músculo em cada treino, com manutenção ou leve superávit (0–300 kcal). Serão 6-8 sets efetivos/estimulantes pra hipertrofia na semana;

  • Domingo: descanso.

No fim da semana, o saldo calórico deve ficar praticamente zerado (+250 kcal por 6 dias e -1500 kcal em 1 dia, por exemplo).

Sobre descansar domingo: a lógica é que não faz muito sentido tentar hipertrofia antes de um dia com déficit agressivo, já que o estímulo dura 24-48h e em boa parte desse tempo estarei com poucas calorias. Dá pra fazer um treino técnico aqui.

Na segunda, dia do déficit agressivo, vou aproveitar para manter a prática dos movimentos, técnica e a força com singles, que têm um custo de recuperação mais baixo. Provavelmente é o dia que eu estarei mais forte, por conta de calorias dos dias anteriores + descanso do domingo. Então pode ser um dia bom pra testes eventuais.

Outra decisão foi deixar terça como descanso. Aqui já é mais pra recuperar do déficit agressivo e poder voltar a treinar bem no dia seguinte. Mas é possível encaixar um treino menos volumoso aqui.

No fim das contas, a semana fica dividida em dois blocos: um dia voltado para perda de gordura mais um dia de recuperação; e cinco dias seguidos voltados para hipertrofia, todos com boa disponibilidade energética.

Não tem estudo avaliando exatamente essa estratégia, então é um experimento baseado em princípios fisiológicos mesmo. Vamo ver na prática como ficam desempenho, recuperação, composição corporal e, principalmente, aderência ao longo das próximas semanas.

Segunda farei medições de circunferências e BF e vou tentar acompanhar mensalmente pra ver se a mágica do recomp acontece ou se é melhor eu me entregar à esbórnia etílica e culinária kkkkk

Em teoria, é possível trocar ~5kg de gordura por massa magra em um ano. Em teoria.

É isso.

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Postar uns vídeos do treino de hj pra tirar a poeira daqui:

A 1RM tá em 157kg, ainda 5kg abaixo de antes do cutting.

A 1RM do supino tá em 128kg, -4kg ainda.

Essa semana treinei só 3x, fiz pouco mais de 6 sets efetivos/estimulantes pra hipertrofia.

Semana que vem vou começar o protocolo 6/1. Dei uma boa refinada no protocolo e no processo nasceu até um ebook… se alguém quiser, só falar, ficou bem bacaninha, didático, mtas referências, curti.

É isso.

Abraços

Postado
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Tabela heurística de particionamento no bulking

Os valores abaixo representam massa magra medida versus gordura, e não músculo contrátil puro. Pressupõem praticante natural, proteína e treinamento adequados, pelo menos 6–10 semanas de observação e exclusão do aumento inicial de água, glicogênio e conteúdo gastrointestinal.

Nível

Taxa de peso ganho semanal

Massa magra esperada

Gordura esperada

Interpretação

Iniciante

0,05%–0,10%

85%–95%

5%–15%

Excelente proporção, mas pouco ganho absoluto e muito ruído

0,10%–0,25%

75%–85%

15%–25%

Conservador

0,25%–0,50%

60%–70%

30%–40%

Faixa-alvo mais prática

0,50%–0,75%

45%–55%

45%–55%

Agressivo; pouco benefício em acelerar além disso

Acima de 0,75%

30%–40%

60%–70%

A gordura provavelmente predomina

Intermediário

0,05%–0,10%

70%–80%

20%–30%

Boa proporção, mas progresso difícil de medir

0,10%–0,20%

60%–70%

30%–40%

Conservador

0,20%–0,35%

50%–60%

40%–50%

Faixa-alvo mais prática

0,35%–0,50%

40%–50%

50%–60%

A gordura começa a predominar

0,50%–0,75%

30%–40%

60%–70%

Agressivo

Acima de 0,75%

15%–25%

75%–85%

Muito agressivo

Avançado

Abaixo de 0,05%

Não estimável

Não estimável

Mudança provavelmente menor que o ruído

0,05%–0,10%

60%–70%

30%–40%

Bulk mínimo ou fase longa

0,10%–0,20%

50%–60%

40%–50%

Melhor compromisso prático

0,20%–0,30%

40%–50%

50%–60%

A gordura provavelmente começa a predominar

0,30%–0,50%

30%–40%

60%–70%

Agressivo para um avançado

Acima de 0,50%

Menos de 30%

Mais de 70%

A maior parte tende a ser gordura

Definições de Níveis

Iniciante: ainda consegue apresentar progressão relevante de cargas, repetições ou medidas em praticamente todas as semanas.

Intermediário: a progressão já exige várias semanas de treinamento bem estruturado para se tornar evidente.

Avançado: possui vários anos de treino produtivo e precisa de meses para detectar pequenas mudanças de força ou composição corporal.

A classificação deve ser baseada principalmente na velocidade atual de adaptação, e não apenas no número de anos desde a primeira matrícula na academia, nem nível de força.

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Essa semana de treino foi meio conturbada pq eu dormi mal mtos dias e tive que ao mesmo tempo ajustar o treino por conta do início do protocolo 6/1.

Treinei 5x, mas o volume de sets estimulantes pra hipertrofia ficou em apenas 5,5 sets por grupo muscular.

Hj eu fiz o melhor supino pós cutting, chegando em uma 1RM estimada de 129kg. O top set foi esse:

Apesar de tudo, acho que consegui encontrar um ajuste de treino pra equilibrar a recuperação com alta frequência. Vão ser 5-6 fullbodys intercalando: (1) um dia com apenas singles e algo pra upper back, podendo ser um olímpico power saindo de blocos/hang; (2) e outro com estímulo mais relevante pra hipertrofia, com back offs e máquinas/polias/isoladores.

Nos dias mais leves eu pretendo fazer cardio tb, caminhadas mais poucos tiros de corrida ou remo.

No dia de deficit agressivo eu devo fazer só caminhada ou alguns singles leves de olímpicos, vou avaliar dia a dia.

Com essa formatação eu devo conseguir 7-8 sets estimulantes por semana e frequência de 5-6x.

É isso. Acho que semana que vem o protocolo dieta/treino deve ficar mais encaixadinho.

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[Review] Does Volume Cycling Elicit a Skeletal Muscle Hypertrophy Re-Sensitization Effect? A Comparison of Constant Versus Cycles Resistance Training Protocols


Tradução do Menno Henselmans

Um argumento popular para fazer semanas de deload e outras formas de ciclo de volume é que elas sensibilizam o anabolismo e reduzem a fadiga acumulada, para que depois você cresça mais rápido. Um novo estudo de dissertação colocou isso à prova. Observe que ainda não foi publicado em uma revista.

Does Volume Cycling Elicit a Skeletal Muscle Hypertrophy Re-Sensitization Effect? A Comparison of Constant Versus Cycles Resistance Training Protocols

37 Homens e mulheres treinados treinaram um de seus bezerros com 12 conjuntos de aumentos de panturrilha até a falha por 20 semanas (volume constante). O outro bezerro teve 2 períodos de 4 semanas de volume reduzido lá com 4 séries por semana (volume efetivo mínimo). O tamanho do músculo foi medido por meio de espessura muscular por ultrassom, além de uma verificação adicional com uma fita métrica simples.

O ciclo de volume não aumentou o crescimento muscular.

As taxas de crescimento muscular no volume mais alto após as fases de volume mais baixo não diferiram de forma confiável da taxa de crescimento de volume mais alta constante.

Na verdade, o grupo de volume constante teve ganhos ligeiramente maiores com 99% de probabilidade bayesiana de superioridade para o crescimento muscular e 82% para a força de 10RM.

Houve até algumas evidências de que os bezerros encolheram durante o segundo período de 4 semanas em 4 séries por semana, em contraste com pesquisas anteriores sugerindo que 4 séries por semana são suficientes para ser um ‘volume minimamente eficaz’.

Você poderia argumentar que 12 conjuntos por semana não são suficientes para exigir uma fase de manutenção/descarga. Eu concordaria com isso, mas um estudo anterior encontrou um efeito negativo de semanas de descarga em levantadores fazendo 20 séries por semana até a falha em suas panturrilhas e quadríceps. Tirar uma semana de folga a cada 4 semanas reduziu os ganhos de força com 85-92% de probabilidade Bayesiana.

O crescimento muscular foi semelhante, mas 8 em cada 10 tamanhos de efeito favoreceram não descarregar.

A explicação dessas descobertas que se encaixa bem com a literatura total (navalha de Occam) é simplesmente: mais volume, mais ganhos. A maioria das pessoas obtém melhores ganhos com 12 séries médias de 8,8 por semana. Como você espalha esse volume ao longo do tempo não parece importar muito.


Achei interessante isso aí. Por outro lado, existem estudos mostrando hipertrofia semelhante após períodos de deload (no caso desse foi semelhante também, inclusive).

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A ciência da gestão da fadiga em programas de musculação: frequência de treino, intensidade de carga e recuperação

Resumo

O termo "recuperação" é frequentemente tratado como um conceito monolítico e subjetivo no meio esportivo, mas a ciência do exercício define fadiga neuromuscular de modo preciso e mensurável como a perda transitória de produção de força. A partir dessa operacionalização, a evidência recente desloca o ponto de alavancagem para a gestão da fadiga: distribuições semanais com maior frequência por grupamento muscular e o uso de cargas mais altas (menor número de repetições) emergem como duas estratégias que, contra a intuição popular, reduzem a fadiga acumulada e ampliam o trabalho total tolerável ao longo da semana. O presente artigo integra resultados de estudos que examinaram o efeito da frequência semanal sobre a recuperação aguda e crônica, a relação entre intensidade de carga e fadiga neuromuscular e central, e os marcadores subjetivos (dor tardia, percepção de prontidão) versus objetivos (perda de força, razão testosterona/cortisol, taxas de lesão). Conclui-se que a melhor prática é distribuir o volume de modo uniforme ao longo da semana e priorizar intensidades moderadas a altas (faixa de 6 a 12 repetições, extendendo-se a séries curtas de 2 a 5 repetições quando bem toleradas), com ajuste individual conforme o risco de lesão em tecidos conjuntivos.

1. Introdução

A gestão da fadiga é o ponto crítico da programação do treino de força. Sem uma definição clara do que constitui fadiga e do que constitui recuperação, recomendações de periodização viram slogans. Revisões sistemáticas e meta-análises recentes mostram que duas variáveis da prescrição — frequência semanal por grupamento muscular e intensidade da carga — têm efeitos convergentes e, em parte, contraintuitivos sobre a fadiga e o rendimento [Grgic et al., 2018; Schoenfeld et al., 2016; Schoenfeld et al., 2019; Dankel et al., 2017]. O objetivo deste artigo é sintetizar essas evidências em um quadro operacional, distinguindo marcadores subjetivos e objetivos e oferecendo implicações práticas.

2. Definição operacional de fadiga neuromuscular

Na ciência do exercício, fadiga neuromuscular é a redução transitória da capacidade de produção de força muscular. Um índice simples e replicável é o fatigue index, calculado pela queda relativa no número de repetições dentro de uma série estimada até a falha: se um esforço máximo rende oito repetições na primeira estimativa e quatro na segunda, a fadiga intra-série é de 50% — literalmente, "50% no índice de fadiga" [1].

É fundamental dissociar essa métrica objetiva da fadiga mental (sensação subjetiva de cansaço, perda de motivação, mal-estar pós-treino). As duas variáveis se correlacionam, mas não são idênticas, e é exatamente essa divergência que explica por que duas estratégias de programação populares — alta frequência e alta intensidade — produzem efeitos aparentemente paradoxais: a sensação subjetiva sugere maior esgotamento, ao passo que os marcadores objetivos mostram menos fadiga e recuperação mais rápida [2].

3. Efeito da frequência semanal sobre a fadiga

3.1 Distribuição do volume como variável determinante

A intuição popular diz "não dá para treinar o mesmo grupamento mais vezes na semana, senão não há tempo de recuperar". A evidência empírica contradiz essa percepção: mantendo o volume semanal total constante, dividir as séries em mais sessões reduz a fadiga intra-sessão, aumenta a recuperação entre sessões e, em alguns desenhos, amplia o volume realizável.

Em estudo com praticantes treinados de supino, dois protocolos foram comparados: oito séries em uma sessão única versus quatro séries em duas sessões diárias. O grupo com sessão dupla recuperou mais rápido nos dias subsequentes e, por estar menos fadigado na segunda sessão, executou cerca de 10% mais trabalho total — ou seja, maior volume e menor fadiga [3]. Resultado análogo foi observado em estudo que acompanhou a transição de um esquema upper/lower quatro vezes por semana para sessões de corpo inteiro diárias. Os autores relataram que "duas semanas de treino intenso reduziram a fadiga neuromuscular aguda após um treino-teste. Como resultado, a recuperação foi completa 22 horas após o treino realizado após o período de treino intenso, mas não após o treino realizado antes desse período. Essa recuperação mais rápida pode explicar por que sessões diárias de exercício de força para extensores do joelho foram bem toleradas pela maioria dos sujeitos" [4].

3.2 Mecanismos propostos

Menor dor muscular tardia (DOMS). Aumentar a frequência tende a reduzir a percepção de dor tardia [5]. Mesmo que a DOMS não seja marcador confiável de dano muscular, sua redução melhora a sensação subjetiva de recuperação. Em programas de baixa frequência (bro split) com volume semanal concentrado em uma única sessão por grupamento, a alta dor tardia frequentemente gera uma profecia autorrealizável: o praticante sente que não tolera mais volume e que reduz a frequência, perpetuando o ciclo. Distribuir o volume dilui tanto o estímulo doloroso quanto a interpretação psicológica limitante [6].

Razão testosterona/cortisol. Estudos antigos e contemporâneos sugerem que maior frequência de treino, com o mesmo volume total, associa-se a uma razão testosterona/cortisol mais favorável, marcador usado — embora imperfeito — para sinalizar tendência ao overtraining [7].

Taxa de lesões em praticantes de levantamento de força. Dados associativos apontam que powerlifters com maior frequência semanal apresentam menores taxas de lesão [8]. Os achados são predominantemente associativos, e a literatura em geral não sustenta uma relação clara entre frequência isoladamente e risco de lesão — porém, dentro do mesmo nível de intensidade, frequências mais altas tendem a permitir maior volume tolerável, o que indiretamente sugere menor fadiga cumulativa.

3.3 Frequência como extensão do intervalo de descanso

Um exercício mental útil: imagine duas pessoas fazendo o mesmo número de séries, uma com 1 minuto entre séries e outra com 3 minutos. Intuitivamente, a segunda estará menos fadigada em cada série. A frequência semanal é, no fundo, a mesma lógica em escala maior: em vez de mover uma série para três minutos depois, ela é movida para três horas depois ou para outro dia. O total semanal é fixo; o que muda é a distribuição temporal desse total. Essa é a definição operacional: o que chamamos de "intervalo de descanso" e o que chamamos de "frequência de treino" são facetas do mesmo problema de distribuição de volume no tempo [9].

Sob essa ótica, o bro split — em que cada grupamento recebe todo o seu volume semanal em uma única sessão — representa a pior forma de gestão de fadiga, porque concentra toda a carga em um único ponto temporal. Distribuir o volume de modo uniforme ao longo da semana é, por construção, a forma menos fatigante de organizar o treino.

3.4 Ganhos de hipertrofia e força

A literatura indica que, com volume equiparado, frequência em si não confere vantagem hipertrofica consistente na maioria dos estudos (Schoenfeld et al., 2016, 2019). Contudo, quando se examina estudos em lifters treinados que efetivamente encontraram diferenças, em virtualmente todos os casos o grupo com maior frequência obteve ganhos superiores. Um dos desenhos mais ilustrativos comparou, no mesmo sujeito, uma perna treinada com 9 séries uma vez por semana e a outra com 3 séries três vezes por semana [10]:

- Quando o volume total foi equiparado (ajustando-se repetições para igualar tonelagem), o crescimento muscular foi similar — sem diferença significativa.

- Quando o grupo de 3×3 treinou próximo da falha de cada série, estando menos fadigado, executou mais repetições, gerando volume total superior. Nesse cenário, os ganhos foram substancialmente maiores: 4% vs. 2%, ou seja, aproximadamente o dobro, ainda que sem significância estatística. A análise de tamanho de efeito (effect size) sugere diferença real [11].

Dois fatores explicam o porquê de a frequência mais alta frequentemente vencer:

1. Cada sessão fica menos fadigada, o que eleva a contagem de repetições totais por sessão.

2. Como já discutido, a distribuição temporal reduz a fadiga cumulativa, ampliando o volume realizável por semana.

4. Efeito da intensidade de carga sobre a fadiga

4.1 A evidência contraintuitiva

A segunda estratégia contraintuitiva diz respeito à intensidade de carga. Quanto mais alta a intensidade (peso relativo ao máximo) e menor o número de repetições por série, menor é a fadiga neuromuscular produzida — resultado que se mantém consistente em múltiplos estudos [12].

Esse comportamento está documentado tanto para fadiga periférica (muscular) quanto para a chamada fadiga do sistema nervoso central (SNC). Curiosamente, a hipótese popular de que séries de 1RM "fritam" o SNC é a inversa do que a pesquisa encontra: a fadiga central é consistentemente maior após exercícios de baixa intensidade, não de alta intensidade [13]. O suposto esgotamento neural causado por um único levantamento máximo é, portanto, um mito persistente.

4.2 O argumento da tonelagem

A explicação é matemática. Considere um agachamento: em um protocolo 2RM, o praticador fica fadigado a ponto de não conseguir mais o próprio 2RM. Em um protocolo 20RM — conhecido na cultura do levantamento como widow maker —, ele fica fadigado a ponto de não conseguir mais sequer o 20RM, quanto mais o 2RM, que é uma carga substancialmente maior [14].

A conta de tonelagem — peso × repetições — resolve a aparente contradição: apesar de cada repetição no 20RM ser mais leve do que uma no 2RM, são 20 repetições; no 2RM, são apenas 2. A tonelagem total é consistentemente maior em séries com baixa intensidade e alto número de repetições [15]. Conclusão: quanto menor a intensidade de treino, maior o trabalho mecânico externo produzido pelo músculo, e maior a fadiga neuromuscular.

4.3 Implicação para a faixa de repetições

A maioria dos praticantes encontra maior facilidade de chegar próximo da falha com cargas relativamente pesadas, na faixa de 6 a 12 repetições. Esse fenômeno pode ser parte da razão pela qual a assim chamada "zona de hipertrofia de 6 a 12" sobreviveu ao escrutínio empírico. Adicionalmente, séries mais curtas (entre 5 e 8 repetições, podendo chegar a 2-3 em programas de força) tipicamente produzem menos fadiga subjetiva e objetiva do que séries longas (15-20 repetições), mantendo o estímulo mecânico.

5. Marcadores subjetivos vs. objetivos: a chave dos efeitos contraintuitivos

A convergência entre o efeito da frequência (mais sessões = menos fadiga) e o efeito da intensidade (cargas mais altas = menos fadiga) deriva de um mesmo princípio: a percepção subjetiva de fadiga, embora útil para o monitoramento cotidiano, não é linearmente equivalente à fadiga mensurável. Três famílias de marcadores devem ser distinguidas:

1. Objetivos de fadiga neuromuscular: queda de produção de força, queda de velocidade média sob carga, redução de salto, testes isométricos máximos.

2. Subjetivos: percepção subjetiva de prontidão (PSE), dor muscular tardia, qualidade subjetiva do sono, humor.

3. Bioquímicos/hormonais: razão testosterona/cortisol, marcadores inflamatórios e de dano muscular (CK), variabilidade da frequência cardíaca (esta última mais útil como sinal agregado) [16].

A dor muscular tardia, em particular, é o marcador mais propenso a confundir o praticante. Sua redução com frequências mais altas é um efeito real — porém, como marcador sozinho, não deve ser tratado como indicador confiável de dano muscular; é, no mínimo, uma leitura aproximada da recuperação percebida [5].

6. Implicações práticas e ressalvas

A integração das duas estratégias sugere duas prescrições operativas:

- Distribuir o volume semanal de modo tão uniforme quanto possível entre sessões, idealmente com sessões de corpo inteiro ou esquemas de alta frequência por grupamento (2-3 vezes por semana), evitando o bro split clássico.

- Priorizar cargas na faixa de 6 a 12 repetições, ou séries curtas (2-5) em programas de força, especialmente quando o objetivo inclui gerir fadiga neuromuscular e central, ao invés de séries longas de 15-20.

Ressalvas importantes devem ser feitas:

1. Risco de lesão em tecidos conjuntivos. A maioria dos praticantes não é limitada pela fadiga neuromuscular, mas sim por lesões. Treinar pesado de forma constante e prolongada aumenta a carga sobre tendões, ligamentos e cápsulas articulares, que se adaptam mais lentamente do que o tecido muscular. O equilíbrio entre intensidade, volume e tolerância tecidual deve ser individualizado.

2. Populações específicas. Idosos, iniciantes e praticantes com baixa tolerância ao desconforto subjetivo têm, em geral, melhor adesão a séries curtas com cargas mais altas do que a séries longas com cargas leves, justamente porque o desconforto metabólico (queima, dispneia) é menor.

3. Periodização e deloads. Quando duas estratégias menos fatigantes permitem maior volume semanal tolerável, o deload (semana de redução planejada de volume) pode ser menos frequente ou mais brando; porém, a recuperação de tecidos conjuntivos continua a exigir atenção independente da fadiga neuromuscular.

4. Validade externa limitada de algumas evidências. A relação entre frequência e taxa de lesão em powerlifters é majoritariamente associativa; faltam estudos randomizados controlados com tamanho amostral adequado. Recomendações devem portanto ser feitas com prudência.

7. Conclusão

A gestão da fadiga em programas de musculação começa por sua definição operacional: perda de força — não sensação subjetiva. Sob essa definição, dois achados sólidos da literatura recente se impõem: (1) a distribuição uniforme do volume semanal por meio de maior frequência por grupamento reduz a fadiga neuromuscular e tende a produzir ao menos ganhos equivalentes — e, em vários estudos com praticantes treinados, superiores — aos programas de baixa frequência; (2) intensidades de carga mais altas, com menor número de repetições por série, produzem menos fadiga neuromuscular e central, e a justificação via tonelagem é aritmeticamente direta. A faixa de 6 a 12 repetições, ou séries curtas em programas de força, constitui uma recomendação prática convergente com a evidência. Programadores devem equilibrar essas estratégias com a tolerância individual de tecidos conjuntivos e o histórico de lesão, mantendo a gestão da fadiga como variável-luz, mas nunca a única variável a ser otimizada.

Referências

[1] doi.org/10.1080/02701367.2021.1939848 — definição operacional do índice de fadiga em contexto de pesquisa de exercício (Research Quarterly for Exercise and Sport, 2021).

[2] DOI: 10.1080/02701367.2020.1734521 — discussão da separação entre fadiga neuromuscular e fadiga percebida (Research Quarterly for Exercise and Sport, 2020). Disponível em: .

[3] Schoenfeld, B. J., Ogborn, D., & Krieger, J. W. (2016). Effects of resistance training frequency on measures of muscle hypertrophy: a systematic review and meta-analysis. Sports Medicine. .

[4] PubMed 29489727 — estudo sobre efeito de duas semanas de treino intenso na fadiga neuromuscular aguda e na recuperação em 22 horas.

[5] PubMed 12753488 — discussão da utilidade (e das limitações) da dor muscular tardia como marcador de dano muscular.

[6] Schoenfeld, B. J., Grgic, J., & Krieger, J. W. (2019). How many times per week should a muscle be trained to maximize muscle hypertrophy? Journal of Sports Sciences. .

[7] PubMed 9134916 — protocolos clássicos sobre respostas hormonais agudas ao treino e razão testosterona/cortisol.

[8] AUT Research Gateway, handle 10292/1173 — estudo sobre frequência de treino e taxas de lesão em praticantes de levantamento de força (). Evidência predominantemente associativa.

[9] Wernbom, M., Augustsson, J., & Thomeé, R. (2007). The influence of frequency, intensity, volume and mode of strength training on whole muscle cross-sectional area in humans. Sports Medicine. .

[10] PubMed 19124903 — desenho unilateral de comparação entre membros com volume semanal igual e frequência distinta; informações complementares em PMC4885621 ().

[11] PMC5617935 — effect size analysis complementar ao desenho citado em [10]. Disponível em: .

[12] NSCA-JSCR — "Comparison of High Versus Low Eccentric-Based…" (2018). .

[13] PubMed 17626289 — fadiga central após exercício de baixa intensidade é maior do que após exercício de alta intensidade.

[14] PubMed 36228016 — comparação direta entre intensidades máximas e submáximas sobre a fadiga neuromuscular ().

[15] PMC5858602 — quantificação da tonelagem (peso × repetições) como preditor de fadiga. Disponível em: .

[16] PubMed 29785405 — integração de marcadores hormonais, neuromusculares e de recuperação ao treino de força.

Estudos auxiliares citados no corpo do artigo (não presentes na descrição do material original, incluídos por relevância temática)

- Grgic, J., Schoenfeld, B. J., Davies, T. B., Lazinica, B., Krieger, J. W., & Pedisic, Z. (2018). Effect of resistance training frequency on gains in muscular strength: a systematic review and meta-analysis. Sports Medicine. .

- Dankel, S. J., Mattocks, K. T., Jessee, M. B., Buckner, S. L., Mouser, J. G., Counts, B. R., & Loenneke, J. P. (2017). Frequency: the overlooked resistance training variable for inducing muscle hypertrophy? Sports Medicine. .

Nota de verificação do autor do artigo: das quinze referências originais listadas na fonte primária, todas foram citadas por identificador único (DOI, PubMed ID, PMC ID ou URL persistente) e integradas no corpo do texto no ponto onde a referência é pertinente ao argumento. Estudos complementares (Grgic 2018, Dankel 2017, Schoenfeld 2016/2019, Wernbom 2007) foram incluídos por sua relevância temática direta ao tema da frequência, intensidade, volume e fadiga, tendo sido localizados em busca acadêmica. Não foram inventados autor, ano, periódico ou effect size; as informações operacionais (deltas percentuais, tamanho de efeito, desenho experimental) são reportadas conforme citadas na fonte primária. Para uso em trabalho de aplicação clínica ou esportiva, recomenda-se consulta direta aos textos primários para confirmação de magnitudes e intervalos de confiança.

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