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cormaya

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Tudo que cormaya postou

  1. muito mais eficiente você investir esse dinheiro numa gaiola, um banco ajustável, um par de argolas, anilhas e barras. teu corpo agradece, tanto no ambiente hormonal, na funcionalidade e no ganho de massa muscular, há um gama de exercícios livres pra se fazer com pouquíssimos recursos como uma barra e alguns pares de anilhas, quem dirá uma gaiola, argolas, barras e muito mais anilhas... e com esse dinheiro tu consegue isso.
  2. cormaya

    Religião.

    falta de interpretação correta kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk correta quer dizer cega né? tapar os olhos pra realidade e simplesmente CRER, essa é a base da religião. antepassados sem informação nenhuma, caminhando no deserto da ignorância, é até aceitável acreditar na bíblia... agora, em pleno século 21, afogados de todos os tipos de respostas científicas, do que somos, onde estamos e de onde viemos, uma formatação moral completamente diferente da barbárie bíblica, nego vem dizer que falta interpretação e a bíblia tava certa esse tempo todo. falta interpretação... puta que pariu... é até compreensível esse cara chamar ateus de burros, ele vive no mundo da fantasia, o ego dele foi moldado a base dessa baboseira toda, desacreditar nisso é matar a si mesmo.
  3. galera aqui do fórum jura de pé junto que ele é hormonizado... eu só imagino o shape dessa galera tsss...
  4. shrodinger, kratz, eduardo... quanta paciência viu, meus parabéns. já fechavam essa discussão só com a ''pirâmide da nutrição'' do eric helms
  5. pra isso ninguém faz passeata, manifestação...
  6. é muito doente esse trump, esses republicanos em geral os caras negam até as alterações climáticas, o negócio deles é só enriquecer mesmo, a humanidade, o meio ambiente, tudo que se foda... isso que a base deles é o cristianismo, ''a moral do ser humano''... kkk
  7. cormaya

    Como Ser Alpha?

    altruísmo vem antes de riqueza cara, abro exceção pros mendigos, se todo mundo for pensar assim ''há só vou ajudar quando ficar rico'' não ajuda ninguém nunca, E A FOME NÃO ESPERA CARA e tu realmente acha que alguém que n doaria quando 10% do salário fosse 80 reais vai doar quando 10% for 50 mil reais? kkkk eu tb n falo pra ninguém, quem tá entendendo errado é voce amigo, eu to atrás do anonimato aqui no fórum, vou promover a quem e a que com essa atitude? falei e falo de novo cara pra jogar luz na cabeça dessa moçada... cristiando ronaldo.. puta que pariu. e mendigo é altruísta justamente porque sabe o que é NÃO TER, se coloca na pele dos outros se ele é mendigo alguma coisa aconteceu na vida dele, talvez porque n foi ambicioso o suficiente, teve problemas com álcool ou outras drogas, quem sabe? n to falando pra n ser ambicioso, mas que ser ambicioso não é motivo pra ser egoísta 1/6 do meu salário da um pouco mais que um salário mínimo, vai por mim amigão n vou ficar menos pobre com isso, faço com gosto, vergonha sentiria se pegasse essa grana e gastasse em coisa inútil como esteroides pra ficar bonitinho.
  8. cormaya

    Como Ser Alpha?

    n é preciso ser rico pra isso, n sou rico e doaria mesmo se fosse um miserável, a prova disso é que os próprios mendigos são altruístas altruísmo vem do começo, muito antes de se obter poder e riqueza, alguns viram altruístas depois de sentirem na pele o que é o sofrimento como mendigos, se 1/3 dos bilionários doasse 1% da fortuna provavelmente não haveria fome no mundo.
  9. cormaya

    Argolas Caseiras

    onde tu achou o ferro? comprou já redondo ou mandou entortar? essa versão do pvc parece muito massa, mas desconfio da resistência disso, ainda mais por ser amolecido... deve gerar umas ''micro fraturas'' e afinar na hora de entortar.
  10. cormaya

    Como Ser Alpha?

    depende o que é fodão pra ti... eu fui criado com a linha de pensamento de que somos todos um, agradeço muito meus pais por isso... ajudar o próximo e ao meio ambiente é ser fodão pra mim, cristiano ronaldo e companhia n tem minha admiração como qualquer um que faz trabalho voluntário ostentação pra mim é doar órgão... no fim tu n leva nada disso; dinheiro, vadia, tudo é passageiro, trazer a felicidade pra quem precisa preenche muito mais a alma. n sou santo nem quero ser, sou ateu aliás, nem mesmo acredito em santo. já tenho ap próprio, comida de qualidade e plano de saúde, preciso mais do que? 1/6 do meu salário eu compro em comida e ajudo o padre João aqui em Blumenau, quem for da região vai saber de quem to falando, ele da almoço pros desabrigados só com ajuda do povo e do que ele arrecada em eventos da igreja, sem um mísero centavo do governo, esse cara é fodão pra mim, e me considero foda por fazer parte disso.
  11. cormaya

    Como Ser Alpha?

    resumindo: ser egoísta - confiança altruísmo perseverança base de tudo
  12. cormaya

    Religião.

    e eu lá sou físico pra explicar porra de lei da termodinâmica
  13. cormaya

    Religião.

    ninguém tem é só shit chat filosófico dos que acreditam, veja bem, ACREDITAM. acreditar = aceitar, crer, ficar convencido com a veracidade. se Deus existiu o papel dele terminou quando criou o universo (se é que foi criado), tudo o que aconteceu depois foi por ocorrência dos elementos químicos que ele mesmo criou, o ser humano é uma mera obra da natureza e fruto da evolução de um ser vivo que foi (ou não) projetado pra evoluir. estrelas nascem todos os dias, planetas surgem, provavelmente vidas também, e não é Deus com seu plano magistral fazendo as coisas acontecerem, essas coisas acontecem pela natureza do universo e dos elementos químicos que a nele pertencem. Deus bíblico, onipotente, onisciente e onipresente é uma piada que foi longe até demais, talvez daqui alguns séculos ninguém mais acredite nessa baboseira... antigamente não tinham resposta sobre o que era o sol, apenas que ele gerava vida, então criaram o Deus Sol, muito adorado, ô grande Deus Sol a minha vida te devoto... então descobrimos que o sol é só uma estrelinha que contorna um grão de areia no universo... porém não temos resposta de como o universo foi criado (se foi criado de fato), por isso essa baboseira bíblica ainda se propaga até os dias de hoje, e os pobres filósofos e estudiosos com crise existencial se escoram nessa baboseira toda.
  14. cormaya

    Religião.

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ASSIM É FÁCIL Deus existindo ou não, não tem poder nenhum sobre a psique humana ou a natureza que ele mesmo criou... desastres naturais, genocídios, (...), n sei nem por onde começar.
  15. parei quando falou ''socialista, eleitor do psol...'' pqp esses fanáticos políticos querendo falar de drogas...
  16. da moral n... mlk tem 18 anos ainda, estagnado com 30kg no supino kkk, esse é daqueles que treina igual moça, come igual moça e quando começa a estagnar corre atrás de anabols e aí começa parecer que treina.
  17. meu deus... já to perdendo meu tempo demais te respondendo mlk, quem dirá gravar vídeo abraço e boa sorte, tomara que um dia vc chegue no shape do luan santana, n desista
  18. cara tu disse que tá estagnado com 30kg no supino e tem 18 anos, sério mesmo que tu quer impor limite natural? sai desse tópico mlk, vai dar uma lida na sessão de treino e nutrição se aprender tudo direitinho e treinar igual homenzinho volta aqui daqui uns 5 anos
  19. nego ainda diz que esse caio é hormonizado pqp o cara tá no final de um bulk nervoso com a cabeça do tamanho de uma jaca e continuam batendo na mesma tecla esse tópico é uma depressão que só, se levar os caras a sério tu para de treinar que vídeo é esse? esse cara n pode ser tão charlatão, deve ter rolado uma ironia e vc n percebeu
  20. rosca scott
  21. tem um user aqui no forum que cultiva cogumelos ''magicos'', seria legal se ele desse um relato aqui no topico nao me recordo o nome se alguem lembrar marca ele
  22. sobre drogas.... As drogas depois do proibicionismo O jogo está virando. O apoio à guerra às drogas vem perdendo força nessa segunda década do século XXI. Na América Latina, ocupantes de cargos importantes, como o governador do Rio de Janeiro e os presidentes de México, Guatemala e El Salvador declararam ser favoráveis a um debate sobre alternativas às políticas atuais. Em guerra interna e externa contra as drogas, o governo americano gastou bilhões de dólares e saiu derrotado. O principal financiador e promotor da Guerra às Drogas terminou 2011 sendo o maior consumidor de drogas do mundo, com uma população cuja maioria já apoia a legalização da maconha. Os dólares e a força parecem insuficientes para esconder uma verdade autoevidente: a guerra às drogas fracassou e seus efeitos colaterais são mais nocivos do que os danos que ela tenta evitar. O aumento da repressão ao comércio ilegal de drogas América Latina ocorrido nos últimos anos, deixou buracos no orçamento dos países, vitimou milhares de inocentes, mas não conseguiu interferir na disponibilidade de drogas no mercado. A cada plantação de coca queimada em um país, outra aparece em seu lugar, em uma região ainda mais remota. Para cada traficante preso, existe um outro ainda mais jovem, atraído pelo poder e pela remuneração do tráfico, pronto para preencher a vaga. O crescimento substancial da violência na fronteira entre o México e os Estados Unidos reacendeu o debate público sobre a questão. No ano passado, um relatório da Comissão Global de Políticas sobre Drogas, composta por ex-chefes de estado, intelectuais e empresários, afirmou que a guerra global contra as drogas foi um fracasso que deixou em seu rastro consequências devastadoras para pessoas e sociedades. A comissão pediu mudanças urgentes nas políticas de drogas dos países, um mundo com uma abordagem mais racional frente à questão. Talvez seja difícil saber ao certo como seria o mundo pós-proibição. Em 1961, durante a Convenção Única sobre Drogas Narcóticas, os países decidiram, sob a liderança decisiva dos Estados Unidos, instalar uma política comum para o combate às drogas: tolerância zero e controle rígido sobre a preparação, comércio e uso de substâncias narcóticas. Esse é o modelo uniforme do proibicionismo que ainda vigora na maioria dos países. Entretanto, outros países — exceções cujas políticas foram se aperfeiçoando ao longo dos anos –, desenvolveram uma abordagem mais liberal sobre as drogas. Nessas poucas exceções, o comércio, principalmente de maconha, acabou por se adequar a características locais, baseadas nas preferências dos comerciantes e fregueses, e as regulamentações governamentais. O jornalista Denis Russo Burgierman pode experimentar algumas dessas diferenças de perto. Para escrever o livro O fim da guerra, lançado no ano passado, Burgierman visitou cinco países que se relacionam de forma diferente com a maconha, a droga preferida de 80% dos usuários de drogas ilícitas do mundo. Explorando as peculiaridades dos cinco países visitados (Estados Unidos, Portugal, Espanha, Holanda e Marrocos), ele conversa com cultivadores, comerciantes, usuários e estudiosos, e mostra países com políticas de drogas em estágios diferentes de desenvolvimento: do tradicional kif consumido pelos marroquinos à maconha medicinal dos Estados Unidos, da abordagem comercial holandesa e à atuação da Comissão de Dissuasão da Toxicodependência em Lisboa, o leitor é levado para conhecer modelos diferentes de relacionamento com a maconha. O grande achado é que, com leis menos restritivas, Estados Unidos, Espanha e Holanda acabaram encontrando modelos próprios para regulamentar o comércio. Mesmo que ainda muito limitada, um mínimo de liberdade ofertada a esse mercado permitiu que abordagens diferentes florescessem. Em um contexto mais liberal, sociedades diferentes encontrariam caminhos diversos para se relacionarem com a questão das drogas. Nos Estados Unidos, por exemplo, os governos dos estados que aprovam o uso da maconha medicinal licenciaram farmácias especiais e usuários têm acesso à droga sob prescrição médica. Na Espanha, o acesso à maconha acontece por meio da associação a um dos “clubes de cultivo” existentes no país. Ali não se fala em compra e venda de maconha, mas em “financiamento da associação”. Não há lucro e o dinheiro arrecadado é reinvestido no plantio. Na Holanda, onde o cultivo ainda é ilegal, a polícia ignora as portas dos fundos dos coffee shops, por onde os estoques são abastecidos. Só os maiores de 18 anos têm acesso aos cafés e neles o consumo de qualquer outra droga – mesmo o álcool – é proibido. A possibilidade de fazer negócios abertamente é um jogo que traz benefícios a todos os envolvidos. Os comerciantes legalmente estabelecidos têm incentivos para investir na qualidade de seus produtos, já que no mercado legal a sobrevivência de seu negócio não depende de sua capacidade de eliminar à bala seus concorrentes diretos, mas da reputação dos seus produtos no mercado. Os consumidores, por sua vez, compram maconha de melhor qualidade, a preços menores, em estabelecimentos que podem ser judicialmente responsabilizados em caso de problemas. A sociedade ganharia com a diminuição do número de vítimas inocentes que morrem todos os anos nas guerras entre cartéis e nos confrontos entre policiais e traficantes, além de poder prestar melhor assistência à minoria que abusa do uso das drogas. As crianças e os adolescentes estariam mais bem protegidas do contato com as drogas no mercado legal. A exemplo do que acontece hoje com o mercado de medicamentos e álcool, apenas pessoas previamente autorizadas ou que passassem da idade mínima legal teriam acesso aos produtos. No mercado ilegal, não há incentivos para crianças e adolescentes serem mantidos longe dos produtos dos traficantes. O negócio do tráfico é instável, pouco seguro e, sendo assim, os “empresários” têm poucos incentivos para investir em futuros consumidores. Mas o que aconteceria com os traficantes atuais? A primeira coisa é lembrarmos que pouco provável que o mercado negro de drogas desapareça algum dia, mesmo após a legalização. Se com o fim da proibição, a possibilidade de desenvolvimento de novos métodos de fabricação e a produção em escala podem baratear o produto final, os pesados custos tributários que certamente incidirão sobre a droga deixarão seu preço de mercado bem acima do preço de produção, abrindo uma possibilidade para a atuação de contrabandistas e sonegadores. Suas ações, no entanto, deverão ser mais comedidas do que as dos traficantes que hoje atuam no Rio de Janeiro, que dependem da dominação militar de territórios para a manutenção dos seus negócios. Os traficantes perderão lucro, perderão força e perderão poder. É difícil conhecermos os números exatos sobre os lucros atuais dos traficantes – Burgierman fala de 99,50 dólares para cada 100 dólares arrecadados nas vendas de cocaína nos EUA – mas parece certo que tais lucros são incompatíveis com os ganhos da maioria das empresas atuantes no mercado regular. Os que foram atraídos para a criminalidade pelo dinheiro, acabarão tendo que procurar outras atividades. Do outro lado, livre das obrigações de perseguir usuários e comerciantes de drogas (que continuam a corresponder a um percentual altíssimo da população carcerária), a polícia disporá de mais tempo e recursos para perseguir os ex-traficantes que decidirem se engajar em outras atividades criminosas. Mais importante do que isso: sem o poder e com bem menos dinheiro, o tráfico de drogas deixará de ser uma profissão de status para milhões de crianças crescendo em comunidades carentes.Nós precisaremos de mais algumas décadas para recuperar o tanto de liberdade que entregamos em troca da promessa de um mundo sem drogas. Os resultados da guerra às drogas são pífios: o uso de drogas per capita em países com políticas mais liberais, como a Holanda, se manteve sempre igual ou menor ao dos estados mais proibicionistas dos Estados Unidos. O poder econômico dos traficantes de drogas cresce, distribui propinas e desmoraliza o império da lei. Os confrontos pelo controle do comércio fazem inúmeras vítimas todos os dias. Nenhuma das metas de redução de produção e consumo de drogas jamais foi atingida graças ao aumento de medidas proibicionistas. Mesmo permanecendo um assunto quase proibido nos debates políticos, as políticas sobre a maconha vão sendo modificadas em todo o mundo. Essas mudanças são um bom começo — a maconha é a droga ilegal mais popular entre os jovens e que mais coloca pessoas atrás das grades –, mas estão longe de serem suficientes. Fonte: Diogo Costa É presidente do Instituto Ordem Livre e professor do curso de Relações Internacionais do Ibmec-MG. Trabalhou com pesquisa em políticas públicas para o Cato Institute e para a Atlas Economic Research Foundation em Washington DC. Seus artigos já apareceram em publicações diversas, como O Globo, Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo. Diogo é Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Petrópolis e Mestre em Ciência Política pela Columbia University de Nova York. Seu blog: http://www.capitalismoparaospobres
  23. o pobre sempre se fode... SUS já é precário, e o cara me da uma dessa... tem que caçar o mandato desse vagabundo e da família dele.
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