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Lucas, o Schrödinger

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Tudo que Lucas, o Schrödinger postou

  1. Seu gráfico ficou bem melhor kkkkk Mesmo assim, achei 60% muita coisa. Se for isso, é uma diferença absurda. Testa aí 2,2 (que é o padrão) versus 3,0. Só acho dois meses muito pouco pra vc conseguir tirar uma conclusão boa. Se realmente quiser tirar uma conclusão decente, tenta uns 6 meses (não é fácil, mas faz esse sacrifício por nós kkkk)
  2. Eu não sei se é realmente o dobro, só tracei linhas no gráfico e ficou parecendo isso… acho q a interpretação que fica é mais ou menos aquela da dose resposta e eu acho q essa dose resposta diminui a partir de certo momento, algo ali na faixa de 1,3-1,6 e os ganhos ficam cada vez menores com os aumentos de proteína, embora não seja exatamente isso que vemos no gráfico H da meta (essa é uma interpretação mais ampla e não desse estudo isolado).
  3. Mais ou menos por aí. Vou colar aqui oq eu mandei num grupo de amigos onde eu tava discutindo isso: “Tipo, eu acho q tem vantagem acima disso, mas tb acho q o ganho marginal é pequeno, então no custo benefício não vale pra mim, por causa da aderência” Então oq eu costumo dizer é q se eu vivesse disso, se o detalhe fizesse diferença, provavelmente ia tentar criar uma estratégia pra ingerir mais; como não vivo disso, fico ali na faixa de 2g/kg, que é onde acho q extraio a maior parte dos benefícios, sem ter o custo excessivo (financeiro, digestivo, de facilidade mesmo da rotina) de uma altíssima ingestão. EDIT: Por outro lado, tracei um gráfico aqui que mostrou uma ideia um pouco diferente e tive que vir editar minha resposta, embora dificilmente eu consiga mudar algo em minha rotina por causa disso kkk: Claro que tem considerações aí a serem feitas. Tem um estudo comparando 1.6g/kg com 3.2g/kg em 16 semanas que não encontrou diferença estatística, então não podemos levar isso aí ao pé da letra. Por outro lado, pode ser que o estudo simplesmente não tivesse poder estatístico suficiente pra mostrar essa diferença, oq é um problema quando analisamos hipertrofia muscular, que tem variação mto pequena e não tem uma medição extremamente precisa (tema pra outro post). Daí as (boas) meta analises acabam dando maior poder estatístico às avaliações. Não li tudo ainda, tb fiquei curioso. Se encontrar uma resposta poste aqui.
  4. Ainda estou dando uma lida e tirando dúvidas em alguns outros grupos, sobre algumas coisas que não entendi 100%, mas seguem aí algumas informações preliminares sobre o estudo mencionado acima: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7727026/ A conclusão do estudo, acima, poderia ser suficiente pra quem tem um viés a favor de alta proteína, mas vale uma olhada um pouco mais aprofundada, já que a meta análise incluiu estudos com e sem treinamento e tem algumas outras análises interessantes que foram feitas. Na introdução eles fazem uma comparação com a meta do Morton: Pelo que entendi, ele fala que a meta do Morton demonstrou basicamente a magnitude do efeito na curva de dose resposta e que não poderia ser estimada uma relação dose resposta entre aumento de massa muscular e ingestão de proteína dos intervalos de confiança. Abaixo os gráficos de dose resposta obtidos: A primeira coluna de gráficos representa o total de amostras. A coluna do meio inclui apenas os estudos com treinamento resistido. A terceira coluna apenas os estudos sem treinamento. Só os gráficos do meio nos interessam, né Percebe-se que nos 3 modelos da coluna do meio (que envolve treinamento resistido) há uma clara dose resposta entre ingestão de proteína e ganho de massa magra, que vai de 0,5g/kg até 3,5g/kg. Abaixo a explicação dos modelos, que são os gráficos em cada uma das 3 linhas: A primeira linha de gráficos é sem ajuste. A segunda é com um modelo ajustado que não inclui a variação de peso. A terceira linha é com um modelo ajustado incluindo a variação de peso. Pelo que entendi, quando ele ajusta o modelo incluindo variação de peso, ele reduz o impacto da variação de peso na variação da massa magra, de modo que o impacto da variação da massa magra não venha meramente do aumento das calorias, mas sim do aumento das proteínas. Portanto, o gráfico "h" me parece ser o mais interessante da meta análise. Mas isso é uma análise minha. Em breve posso trazer algumas opiniões melhor embasadas. Abaixo o gráfico "h" isolado: No gráfico "h", que representa os dados que envolve treinamento resistido e ajustado pela variação de peso, a diferença principal se dá no início da curva, quando no não ajustado há uma inclinação bem pronunciada até 1,3g/kg e depois uma redução significativa nos ganhos em massa magra com aumentos na ingestão de proteína. Aqui os aumentos já são mais lineares, ainda que a inclinação seja maior no início, até a marca de 1,3g/kg. Por enquanto é isso. Se alguém que entenda de estatística quiser explicar melhor a questão dos modelos ajustados, fica à vontade!
  5. Resolvi trazer pra cá alguns posts desse outro tópico sobre o estudo Morton et al, que está citado no primeiro post deste tópico. A citação é a seguinte: Houve uma dúvida sobre o porquê de se representar os resultados como 1,6-2,2g/kg e não simplesmente 1,6g/kg, que foi o ponto de quebra encontrado na meta análise, então expliquei sobre o intervalo de confiança e trouxe algumas postagens de alguns dos autores do estudo mencionado: Tradução livre: ”Dado que o intervalo de confiança dessa estimativa variou de 1.03 até 2.20, pode ser prudente recomendar ~2.2g/kg/d para aqueles que busquem maximizar ganhos de massa magra induzido por treinamento resistido” Post do Alan Aragon, mostrando como é retratado o resultado do estudo: https://www.instagram.com/p/CEhdYRBBc5G/?igsh=NjJ5cGdvcnk5cnI1 Abaixo post do Brad Schoenfeld, onde ele fala sobre ingestão de proteínas pra maximizar hipertrofia, algumas das limitações dos estudos, cita a meta análise discutida, explicando oq eu tentei explicar, sobre o resultado estatístico da meta análise, como eles chegaram num ponto de quebra de 1,6g/kg, que é um resultado de probabilidade estatística e como o intervalo de confiança ia até 2,2g/kg. Explica o porquê de se fazerem recomendações de até 2,2g/kg, que é basicamente uma questão de se certificar de que vai maximizar a hipertrofia, já que não tem como ter certeza e também porque ingerir um pouco mais não tem desvantagens. Cita também outro estudo que veio depois e que chegou em um resultado semelhante, 1,7-2,2g/kg (ainda tem um outro estudo em treinados que ele cita em outro post que chegou num resultado, também bem parecido, de 2,0-2,5g/kg de massa magra, que acaba ficando próximo dos resultados acima). https://www.instagram.com/p/DCmCspIJ7-o/?igsh=bXM5NHdkZXZuc2M2 Mais tarde talvez eu poste sobre uma outra meta análise bem grande sobre ingestão proteínas, feita após essa do Morton et al, que tem uma dose resposta pra hipertrofia que vai até pelo menos 3,5g/kg. É isso.
  6. https://rippedbody.com/intermediate-bodybuilding-program/
  7. Nesse post o Brad Schoenfeld fala sobre ingestão de proteínas pra maximizar hipertrofia, algumas das limitações dos estudos, cita a meta análise discutida nesse tópico, explicando oq eu tentei explicar aqui, sobre o resultado estatístico da meta análise, como eles chegaram num ponto de quebra de 1,6g/kg, que é um resultado de probabilidade estatística e como o intervalo de confiança ia até 2,2g/kg. Explica o porquê de se fazerem recomendações de até 2,2g/kg, que é basicamente uma questão de se certificar de que vai maximizar a hipertrofia, já que não tem como ter certeza e também porque ingerir um pouco mais não tem desvantagens. Cita também outro estudo que veio depois e que chegou em um resultado semelhante, 1,7-2,2g/kg (ainda tem um outro estudo em treinados que ele cita em outro post que chegou num resultado, também bem parecido, de 2,0-2,5g/kg de massa magra, que acaba ficando próximo dos resultados acima). O post abaixo pra quem quiser tirar as próprias conclusões: https://www.instagram.com/p/DCmCspIJ7-o/?igsh=bXM5NHdkZXZuc2M2 Da próxima vez que falarem que eu deturpei a conclusão de um estudo, talvez valha à pena estar um pouco mais inteirado do assunto.
  8. Lyle tem umas coisas sobre blocos de especialização pra avançados. Acho q ele entende que essa “competição” por nutrientes pra crescimento existe mais nesses dois casos específicos: avançados e quando há escassez de nutrientes (cutting). Fora isso, não sei se faz tanto sentido…
  9. Do skeletal muscles compete with each other for growth? Well, add an opinion paper on Medical Hypothesis and Loenneke as co-author, and you already have the answer. Highlights • It is currently unclear whether the magnitude of skeletal muscle growth is influenced by the differing amounts of active muscle mass within a given training session and/or period. • The magnitude of muscle growth that occurs with resistance training may be compromised with differing amounts of muscles exercised within a given training period (i.e., a competition for resources). • Competing resources might be most pronounced during times of limited energy availability with added training volume. We hypothesize that there might be a competition for resources on skeletal muscle growth when more muscles are activated within a given training session and/or period, which might be moderated by energy availability. Determining the extent to which muscle exercised during resistance training influences skeletal muscle growth may provide important methodological considerations for researchers and practitioners alike. From a practical sense, if the competition of resources exists one may benefit from specializing a certain muscle group to train within a given training period while deemphasizing other muscle groups. https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0306987724002688?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTEAAR2CMik8Fg68cQR99Ci12soswk28zRIqTEgJcnIDWoFhqwH8KJeExhdmLP4_aem_aGsuAHb76M8MrGIXBtlfuQ ……………. Lorenzo Panzini: Let's check if some studies corroborate this hypothesis. We should include studies where the same weekly work is done on fewer days a week (combining more muscles in a single session) vs more days a week, then see which treatment gets more gainz. Ops, same gains. 🫢 Lyle: Lorenzo Pansini, Well you would have multiple issues at play 1. Are we talking about same workout 2. Or same week (abstracts lists both) 3. Volume is gonna play a HUGE role in this 4. So will training status It's one thing to do 3 sets for 2 different muscle groups in a beginner. What bout, I dunno, fucking 50 in someone advanced? They even mention the volume issue in the snippets. "• Competing resources might be most pronounced during times of limited energy availability with added training volume." I mean their hypothesis will be based on limited data but so would any meaningful conclusions. Practically, specialists always outperform non specialists. And guys with biggst upper bodies don't train legs. And lower body paraplegic wheelchair reacers hve upper bodies most dudes in any gym would pay money for. Is this proof? No. But it's sure as hell suggestive But this is why it's called medical hypothesis. Which will literally publish anything plausible sounding enough
  10. Hoje fiz outro fullbody pra complementar o treino de ontem e consegui fazer um supino (bem) fechado. Último set abaixo: O treino ficou assim: A. Supino reto fechado pausado 4x90kg + 3x96kg + 3x4x100kg B. Pull around lombar 3x10x35kg C. Cadeira extensora 2x10x130kg D. Cadeira flexora 2x10x80kg E. Elevação lateral 2x8x35kg É isso. Acho q o próximo treino só sexta agora.
  11. Outra coisa, @vitoriacampeao2, vc que curte essas coisas, vale entrar no grupo bodyrecomposition do Facebook, do Lyle. Pede pra entrar lá, que ele aceita. Tem mta discussão interessante (e mtos xingamentos gratuitos kkkk).
  12. Eu não achei essa separação entre treinados e não treinados no estudo… além disso, parece que tem mtos estudos que não deveriam ter entrado além desses… então acaba que a meta entra naquela lógica garbage in -> garbage out. Se conseguirem refazer só com os melhores estudos em treinados e usando a lógica de volume fracional, q é bem interessante, acho q pode sair coisa boa, sim (não sei se já existe mesmo ou se os caras desse canal do youtube realmente refizeram, não assisti ainda). Fora isso, os resultados são bem esquisitos pra força e hipertrofia. Limiar de 5 sets pra força parece ser excessivamente baixo, mesmo pra quem defende low volume; por outro lado 43 pra hipertrofia já parece ser alto demais.
  13. É o mesmo, sim, aqui o fulltext: https://sportrxiv.org/index.php/server/preprint/view/460/967 Tem uns gráficos e tabelas interessantes mostrando dose resposta indo até apenas 5 sets pra força e até 43 sets pra hipertrofia.
  14. Inicialmente fiquei com a impressão q sim, mas posso estar enganado.
  15. O treino hj foi meio que à moda caralha… ficou assim: A. Low hang power clean + power jerk 3x(2+2)x80kg B. Desenvolvimento smith sentado 1x90kg + 3x80kg - Cansaço pegou aqui. C. Leg press horizontal 3x10x100-120kg - Excelente esse leg, permite amplitude total, curti mto. D1. Remada torácica articulada 2x10x100kg D2. Voador 2x10x80kg E. Crucifixo invertido peito apoiado banco 2x10x35kg Não ficou péssimo, mas não é o treino dos sonhos q eu montaria. Mas to no lucro de estar treinando nessas férias. É isso.
  16. Testa pra ver como fica.
  17. Pode atrapalhar. O que dá pra fazer é usar exercícios que tenham menor interferência, tipo isoladores de quadríceps, agachamentos altos e/ou no dia de posteriores focar mais em isoladores de ísquios, stiff ou good morning com menor flexão de joelho, que trabalha menos glúteos e mais posteriores. Tem que ter realmente um cuidado maior na escolha dos exercícios pra mitigar essa interferência de dois treinos de inferiores em dias consecutivos. Outra possibilidade é quando se tem algum dia mais focado em técnica, aí não tem problema existir nesse dia uma fadiga maior, já que o nível de esforço não vai ser tão alto. Um detalhe é que isso tudo é volume dependente. Se o volume empregado não for tão alto, a interferência não vai ser tão alta. Imagine que é perfeitamente possível treinar as duas coisas dentro da mesma sessão, então treinar em sessões consecutivas não é problema, desde que o volume não seja mto alto (o problema é q qd se divide em duas sessões o mais comum é aumentar o volume e isso aumenta essa interferência). Enfim, tem algumas possibilidades, mas realmente tem que ter alguns cuidados.
  18. Compilado de tópicos sobre volume aí pra quem tiver interesse: Qual o volume ótimo para a hipertrofia? [Versão 2.0] Qual o volume ótimo para a hipertrofia? [Versão 3.0] Qual o volume ótimo para a hipertrofia? [Versão 4.0] Qual o volume ótimo para a hipertrofia? [Versão 5.0] Qual o volume ótimo para a hipertrofia? Resumo dos tópicos: O primeiro é bem simples, fala em volume de forma absoluta; O segundo relaciona com nível de esforço e frequência e fala do volume máximo por sessão; No terceiro são abordadas mais algumas nuances, inclusive a relação com a intensidade; O quarto é sobre volume por exercício dentro de uma sessão; O quinto é um resumo dos parâmetros de volume pra montagem de um treino, levando em consideração principalmente nível de esforço.
  19. Quando o foco é performance eu faço exercício sozinho. Concentração total nele. Geralmente o primeiro exercício do dia é assim. Daí em diante, dentro do possível, eu busco fazer jump sets de antagonistas. Tem opções que pareiam bem, tipo extensora e flexora, ou até mesmo um desenvolvimento e uma puxada ou um supino com uma remada. Só tem que ver questões de espaço e disponibilidade, então um supino reto conjugado com serrote acho que fica legal pq basta colocar o halter do lado do banco de supino (isso, claro, quando o supino não tem aquele foco todo em performance, não é um dia de esforço máximo, por exemplo). Pra fechar o treino de superiores às vezes eu faço até tri sets de bíceps, tríceps e ombro, usando polia e halteres, por exemplo, também em jump sets. Jump sets é basicamente fazer um exercício, descansar, fazer o outro, descansar e voltar pro primeiro (ou no caso de tri sets, ir pro terceiro e voltar pro primeiro). Jump sets de antagonistas tem até estudos mostrando eficácia… eu gosto bastante. Só não faço mesmo em exercícios compostos de perna, a não ser em aplicações mto específicas que não tem nada a ver com hipertrofia.
  20. A resposta curta é a que o GHzinn deu acima. Se tiver curiosidade pra entender algumas nuances de volume, vale uma lida nos tópicos abaixo: Qual o volume ótimo para a hipertrofia? [Versão 2.0] Qual o volume ótimo para a hipertrofia? [Versão 3.0] Qual o volume ótimo para a hipertrofia? [Versão 4.0] Qual o volume ótimo para a hipertrofia? [Versão 5.0] Qual o volume ótimo para a hipertrofia?
  21. E o melhor é que foi com alguma sobra hein! Top demais, Gui!
  22. No post abaixo o Schoenfeld não menciona explicitamente o Morton et al, mas vai bem na linha da interpretação do estudo e do que eu tentei trazer aqui: O que acho que algumas pessoas tem dificuldade de entender é a diferença do resultado estatístico do estudo, que encontrou um ponto de quebra em 1,62g/kg, e isso tá claro na conclusão, pra quem é da área ler e entender que o resultado estatístico do estudo foi aquele. Ao INTERPRETAR os resultados, os autores, tanto no paper quanto nas redes sociais, reviews, etc. chamaram a atenção pra esse detalhe do intervalo de confiança e da validade de se tentar garantir uma máxima hipertrofia. Isso aqui não é uma defesa de high protein, é só uma interpretação e contextualização do estudo, já que o Vitor disse que eu deturpei a conclusão do estudo. Pra quem acompanha divulgação de ciência há tempos, essa informação era algo até certo ponto banal, todo mundo falou sobre isso e é bem ponto pacífico. Ninguém fala que todo mundo precisa de 2,2g/kg pra otimizar hipertrofia, todo mundo fala em uma faixa ótima, que é contexto dependente e pode até mesmo ser menor que 1,6g/kg. Até ia buscar mais reviews, posts dessa galera aí, mas vou pegar uma praia agora e vcs podem decidir confiar em mim ou não, ler os estudos ou não, ler os reviews vcs mesmos ou não. Até indico não confiarem em mim mesmo, tirem suas próprias conclusões. É isso. Abraços
  23. Provavelmente os autores tão distorcendo tb, vc que tá certo: https://www.instagram.com/p/CEhdYRBBc5G/?igsh=NjJ5cGdvcnk5cnI1 Olha como o Alan retrata os resultados do estudo na quarta linha da tabela do post. Nos dois tópicos das proteínas dúzias e dúzias de estudos postados, com comentários, algumas vezes reviews. Vale uma olhada lá, tem mta coisa q vem sendo discutida há mtos anos sobre o tema, não é coisa nova.
  24. Os próprios autores disso aí escreveram oq eu escrevi nas redes sociais, não fui eu q inventei não. Isso é coisa do Alan Aragon, do Brad Schoenfeld e do restante da turma que participou do estudo e que eu acompanho há anos… É só uma questão pragmática, de bom senso. Pode ser que 1,6 seja suficiente, é bem provável até, mas existe uma chance de não ser, pra garantir, pra quem visa maximizar hipertrofia, vale à pena usar 2,2. É isso que os caras falaram. Provavelmente 1,6 é suficiente pra maioria das pessoas? Sim. Vai ser suficiente pra maximizar a hipertrofia de todos? Não! Pra garantir máxima hipetrofia, eles mesmos, os autores, sugerem 2,2, tá ali em cima citado. Tem algumas situações em que menos de 1,6 vai ser suficiente pra maximizar, inclusive. Mas se vc quiser GARANTIR, vai usar quanto? 1,2g? Ou vai usar o limite superior do intervalo de confiança? Não é tão difícil de entender. Tira esse rancor do coração, velhinho, não faz bem! Vai fazer um churrasco, que tem bastante proteína e tomar um vinho que dá uma relaxada
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